“É indicado correr e fazer musculação no mesmo dia?” Essa é uma dúvida frequente entre corredores, sobretudo os novatos. “Praticar o treino de força e o aeróbico no mesmo dia é caracterizado como treino concorrente”, explica o treinador da Lobo Assessoria Esportiva, de São Bernardo do Campo (SP), Lucas Santos. “Essa atividade, se bem estruturada, pode proporcionar diversos ganhos aos corredores, porém, o mal planejamento pode levar à queda de desempenho e até gerar lesões.”
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
Dica do especialista: é indicado malhar e correr no mesmo dia?
Atividades aeróbicas e anaeróbicas combinadas podem trazer benefícios aos atletas, desde que sejam trabalhados grupos musculares diferentes
Charme na pista! Corrida feminina colore de rosa a orla de Copacabana
Estreantes, grupo de amigas e irmãs velozes marcam presença na prova.
As mulheres estão cada vez mais presentes no universo da corrida de rua. Exemplo disso foi a prova do Circuito WRun, que coloriu de rosa a orla de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, neste domingo. Estreantes, experientes e os grupo de amigas marcaram presença. A dentista Patrícia Bencardino, de 35 anos, fez sua primeira prova e levou o marido a tiracolo para apoiá-la.
- Treino há um ano, mas foi minha estreia em provas. Gostei muito e foi um sensação diferente. Disputar uma corrida feminina tem um charme a mais, pois cada uma corre com um adereço, calça ou tênis diferente e combinando. O importante é a saúde - destacou a corredora de 4km.
amiga após a corrida (Foto: Igor Christ / Eu Atleta)
Em meio à multidão, um grupo de quase 20 mulheres se destacava e não parava de tirar fotos. Uma das mais animadas, Geovana Rivero fez a prova de 4km e não escondeu a alegria por cruzar a linha de chegada.
- Achei uma experiência ótima e todas me estimularam a completar a corrida e não pararam de incentivam. Ainda mais nessa corrida com a cor de rosa, um clima diferente e as amigas estão sempre juntas nos treinos e provas, indenpendente da distância. Diversão maior não tem - disse.
- Achei uma experiência ótima e todas me estimularam a completar a corrida e não pararam de incentivam. Ainda mais nessa corrida com a cor de rosa, um clima diferente e as amigas estão sempre juntas nos treinos e provas, indenpendente da distância. Diversão maior não tem - disse.
As irmãs Priscila e Cátia Lourenço, de 32 e 36 anos, respectivamente, não são gêmeas, apesar de serem bem parecidas. Elas adotaram a corrida há 12 anos, praticando na esteira da academia e logo tomaram gosto por correr as provas de rua. Neste domingo, as duas garantiram o terceiro e quarto lugares na distância de 8km, fizeram a festa no pódio e mandaram mensagem saudável às mulheres:
- Ela gostava de dançar e eu incentivei a começar a praticar a corrida. Depois, não paramos mais. Disputar uma corrida apenas para as mulheres torna o clima mais gostoso. Fico feliz de ver que a mulherada abraçou a corrida de vez. Com um visual dessse, então, não há desculpa para ficar em casa sem fazer nada. É um esporte tão barato e basta apenas ter um bom tênis - afirmou Priscila.
Fonte: GloboEsporte.com
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Sobreviventes de atentado voltam a correr a Maratona de Boston
Casal que perdeu uma perna cada voltou à corrida em bicicletas especiais.
Atentado em 2013 deixou três mortos e 264 feridos durante o evento.
A 118ª edição da Maratona de Boston, realizada nesta segunda-feira (21) na cidade norte-americana, teve o segundo maior número de participantes inscritos de sua história, e contou ainda com a participação de sobreviventes do atentado terrorista que atingiu a edição de 2013 do evento, há um ano, na cidade do estado de Massachusetts, no noroeste dosEstados Unidos. Mesmo com sequelas permanentes, como a perda de membros, as vítimas voltaram à pista de corrida para tentar cruzar a linha de chegada.
Patrick Downes e Jessica Kensky são dois dos sobreviventes do atentado, que deixou três mortos e 264 feridos em 15 de abril de 2013. Os dois perderam uma perna devido à explosão de duas bombas. Mas, nesta segunda-feira, Downes e Kensky voltaram a participar do evento esportivo, dessa vez sobre rodas, segundo a agência de notícias Associated Press.
Os dois chegaram à reta final da 118ª edição da Maratona de Boston em bicicletas horizontais, junto com outros participantes com necessidades especiais.
Celeste Corcoran, outra vítima do atentado, perdeu as duas pernas. Mesmo assim, ela conseguiu completar a corrida com a ajuda de familiares e de duas próteses, de acordo com a Reuters.
Um ano após o atentado
Cerca de 36 mil atletas correram a maratona nesta segunda-feira, o que representa o segundo maior número de competidores da história. Entre eles estavam atletas de ponta quenianos e etíopes.
Cerca de 36 mil atletas correram a maratona nesta segunda-feira, o que representa o segundo maior número de competidores da história. Entre eles estavam atletas de ponta quenianos e etíopes.
Os corredores tiveram que lidar com novas restrições de segurança no evento. Milhares de competidores se reuniram em um parque no centro da cidade antes da corrida, preparando-se para entrar em um ônibus que os levaria à linha de partida da prova em Hopkinton, a oeste de Boston.
Mais de 3.500 policiais (o dobro do ano passado) e 60 agências de segurança do governo foram destacados para monitorar esta edição da corrida.
Os organizadores definiram uma série de medidas para os participantes, incluindo uma política "sem mochila", em resposta ao fato de que foi em uma mochila que os autores dos ataques, os irmãos de origem chechena Tamerlan e Dzhokhar Tsarnaev, esconderam as panelas de pressão convertidas em bombas.
As autoridades dos Estados Unidos prestaram homenagem às vítimas na terça-feira passada, 15 de abril, data que os ataques completaram um ano.
As autoridades dos Estados Unidos prestaram homenagem às vítimas na terça-feira passada, 15 de abril, data que os ataques completaram um ano.
Campeã brasileira universitária dá dicas aos estreantes de corrida de rua
Correr, correr e correr. A rotina da velocista Fernanda Araújo, dona de seis títulos brasileiros universitários, é essa desde que deu os primeiros passos no atletismo. E, com experiência acumulada nas pistas, ela dá dicas para os estreantes do 6º GP Teresina Corrida de Rua, que será disputado no dia 1º de Maio.
A dez dias da maior prova de corrida de rua do Piauí, ainda há tempo para se preparar. Mas nada de entrar em desespero. De acordo com Fernanda Araújo, que também é formada em Educação Física, o primeiro passo é buscar orientação de um profissional.
Correr não é fácil. Tem que ter força de vontade
Fernanda Araújo
- Quem vai começar na corrida precisa procurar um orientador para direcionar os treinos, definir a intensidade, a carga de treinamentos. O corpo vai se adaptando aos poucos – afirma Fernanda.
De acordo com ela, engana-se quem pensa que correr é uma tarefa fácil. Se for corrida de rua, as dificuldades são maiores ainda. Por isso, quem deseja trocar a corrida na esteira pela rua precisa também passar por um processo de adaptação.
- Correr na rua é mais difícil por causa do impacto. A esteira possui amortecedor, coisa que a rua não tem. Quem corre na esteira precisa começar aos poucos na rua – afirma.
O GP Teresina Corrida de Rua é uma iniciativa da Rede Clube, que busca incentivar a estimular a prática de esportes e hábitos saudáveis. A sexta edição tem cobertura da TV Clube e da TV Alvorada, que formam a Rede Clube, e do GloboEsporte.com/piaui. A prova acontece no dia 1º de maio.
Fonte:Globo.com
Fonte:Globo.com
Corra por quem não pode
"O mais emocionante sobre a corrida é não ter linha de chegada", comenta o idealizador da Wings For Life Run
Prova que acontece simultaneamente pelo mundo tem como foco alertar sobre cura de lesões em medulas espinhais
Foto: Sebastian Marko / Red Bull Content Pool
Um formato inédito, uma disputa global e uma causa nobre. Essa é a tríade na qual apostam os idealizadores da Wings For Life World Run para mover milhares de corredores - de qualquer distância - ao redor do mundo no próximo dia 4 de maio. No Brasil, a beleza natural de Florianópolis fez com que a cidade fosse escolhida para receber a prova - as inscrições para o evento foram estendidas até o próximo domingo.
Formato inéditoA corrida tem ponto de largada, mas não de chegada. Meia hora após a largada, um carro parte atrás dos corredores com velocidade determinada, que aumenta a cada hora. Quando um atleta é ultrapassado pelo veículo, a corrida termina para ele. Os últimos a serem alcançados vencem.
Disputa globalEsse esquema se repetirá em mais de 40 cidades, em cinco continentes, ao mesmo tempo. A largada, a saída dos carros, a aceleração do ritmo, tudo será simultâneo para que o corredor na ilha possa competir com outro na Inglaterra ou na Austrália. Haverá apenas um campeão mundial.
Causa nobre
A corrida tem uma missão muito clara: despertar o mundo para a cura da lesão na medula espinhal: 100% dos rendimentos serão revertidos para a fundação Wings For Life, que financia pesquisas nessa área. A prova é aberta também para os principais interessados: os cadeirantes.
A corrida tem uma missão muito clara: despertar o mundo para a cura da lesão na medula espinhal: 100% dos rendimentos serão revertidos para a fundação Wings For Life, que financia pesquisas nessa área. A prova é aberta também para os principais interessados: os cadeirantes.
Será que eu consigo?Uma das vantagens de a prova não ter uma distância determinada é acolher todo tipo de participante, desde quem nunca correu até um atleta de alto rendimento. O "carro seguidor" deve ser uma preocupação maior para quem tem como foco completar a corrida a partir dos 10 quilômetros, quando o veículo começa a acelerar em busca dos corredores.
Antes disso, os tempos estimados para cada trecho são bem amigáveis. Acompanhe na arte as distâncias e o tempo médio para percorrer até que o carro comece a ultrapassar os atletas.
Aproveite e faça a inscrição para a prova e calcule o seu ritmo no site:
"O mais emocionante é não ter linha de chegada"
Diretor Internacional de Prova da Wings For Life World Run, o atleta britânico aposentado Colin Jackson, bicampeão mundial e medalhista olímpico nos 110m com barreiras, conta como foi concebida a prova e o que ela oferece ao corredor.
Diário Catarinense - Como surgiu a ideia deste formato de corrida de rua?
Colin Jackson - Como nunca foi feita uma corrida global, o conceito foi desenvolvido desde o início. A ideia era ter uma prova em que um competidor em um lugar do mundo disputasse contra o de outra localidade. A solução foi este formato sem linha de chegada, em que os atletas precisam fugir do "carro seguidor".
Colin Jackson - Como nunca foi feita uma corrida global, o conceito foi desenvolvido desde o início. A ideia era ter uma prova em que um competidor em um lugar do mundo disputasse contra o de outra localidade. A solução foi este formato sem linha de chegada, em que os atletas precisam fugir do "carro seguidor".
DC - O que a prova propõe de diferente?
Jackson - O mais emocionante sobre a corrida é que tem um ponto de largada, mas não uma linha de chegada. Isso vai motivar as pessoas, porque elas vão poder planejar sua corrida. É você quem vai decidir como começará, se corre, se anda. E tudo isso em mais de 30 países ao mesmo tempo. Você poderá estar na Nova Zelândia, Grã-Bretanha, África do Sul. Todos poderão dividir essa experiência.
Jackson - O mais emocionante sobre a corrida é que tem um ponto de largada, mas não uma linha de chegada. Isso vai motivar as pessoas, porque elas vão poder planejar sua corrida. É você quem vai decidir como começará, se corre, se anda. E tudo isso em mais de 30 países ao mesmo tempo. Você poderá estar na Nova Zelândia, Grã-Bretanha, África do Sul. Todos poderão dividir essa experiência.
DC - Até que ponto uma corrida como esta pode desafiar o atleta?
Jackson - O maior desafio será o psicológico. Nas corridas você já sabe onde a linha de chegada será, o que não ocorrerá no Wings for Life World Run. Será preciso montar uma estratégia. É mais desafiador, mas também motivante.
Jackson - O maior desafio será o psicológico. Nas corridas você já sabe onde a linha de chegada será, o que não ocorrerá no Wings for Life World Run. Será preciso montar uma estratégia. É mais desafiador, mas também motivante.
DC - Que legado você espera que esse evento deixe para o futuro?
Jackson - O mais importante do legado do Wings for Life World Run é levantar fundos para a pesquisa na cura dos pacientes com lesão na medula espinhal. Realmente pretendemos conseguir um grande número de competidores e, com isso, alavancar as pesquisas para chegar à solução do problema.
Jackson - O mais importante do legado do Wings for Life World Run é levantar fundos para a pesquisa na cura dos pacientes com lesão na medula espinhal. Realmente pretendemos conseguir um grande número de competidores e, com isso, alavancar as pesquisas para chegar à solução do problema.
Fonte: Diário Catarinense
2ª Légua Nudista
Corrida em praia de Portugal tem regra inusitada: é obrigatório correr nu
Prova de 5 km na Praia do Meco está com inscrições abertas até dia 16 de maio
Foto: Paula Fontes / Divulgação
Corra como vieste ao mundo. Esse é slogan de uma corrida bem inusitada que será realizada na Praia do Meco, ao sul da cidade de Lisboa, em Portugal. A prova tem uma regra principal: correr nu.
— A prova terá de ser feita em nu à excepção de Meias, Ténis e chapéu para quem assim desejar. Todas as senhoras que por razões "fisicas" tenham dores nos seios na pratica desportiva, a partir desta edição poderão participar com soutians, sendo estes o mais discretos possiveis. Se por ventura houver bébes de colo, poderão usar fraldas. Não serão permitidas bolsas de cintura — estabelece o regulamento da 2 ª Légua Nudista.
O evento está marcado para o dia 24 de maio e, para os interessados, as inscrições ficam abertas até o dia 16 do mesmo mês. Mas é bom acelerar: a prova, que terá 5 km e custa 7,5 euros, é limitada a apenas 100 atletas.
Fonte: Diário Catarinense
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Fique por dentro!
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Fonte : YesCom
Pastoral da Corrida
"Na corrida percebemos autênticas realizações, tanto em capacidade física , quando é preciso recorrer ao esforço máximo , quanto do ponto de vista anímico quando é preciso vencer a vontade de parar , as armadilhas da mente através de desculpas sabotadoras , as fraquezas e falhas morais , mêdo , etc. As rivalidades , os desejos de recordes dos profissionais , não nos atingem , praticamos outro tipo de corrida , uma forma superior de " rivalidade "consigo mesmo , em que superar os Km que se apresentam , os morros , montanhas , trilhas , ladeiras e descidas desconhecidas , nos proporcionam vivenciar sentimentos de prazer e satisfação com o próprio corpo e um autoconhecimento que compartilhamos com pessoas que fazem parte do mesmo grupo de iniciados . Para mim isso é " O QUE EU PENSO QUANDO PENSO EM CORRIDA "
Dr. Eduvaldo - " PASTORAL DA CORRIDA "
Dr. Eduvaldo - " PASTORAL DA CORRIDA "
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